Apagam-se as luzes, o show vai começar, todos em silencio, concentrados, ninguém quer perder nada.
A trama começa, ninguém a compreende, segue por caminhos obscuros, nada faz sentido, todos estranham, o protagonista, quando sozinho, sempre abatido, sempre cansado; perto de outros age como se o mundo fosse perfeito, demonstra ser o que na realidade, há muito não é... feliz.
Histórias e caminhos se cruzam, pessoas chegam, pessoas vão e então, o silêncio, o vazio, a imensidão.
Imerso nos mais profundos devaneios, o protagonista se lança, não quer acordar, não quer acreditar, não queria encarar a realidade, tudo está errado.
Seus devaneios são profundos. Seus olhos, serenos.
Infelizmente, tem de acordar, encarar a todos, a plateia, os bobos de guizos tintinastes que esperam de si, algo mais do que o banal, o normal.
Não pode crer nos caminhos que deve seguir, sua mente, confusa beira o insano.
Suas opções o assustam, não tem mais forças para seguir; quer desistir.
"Tudo são ilusões.
Todos os momentos bonitos, todas as coisas ditas, são meros percalços da vida, meras banalidades não tão banais no momento.
Nada disso irá durar.
Nada disso irá persistir.
Não nos encontramos mais no mesmo lugar. Já queremos coisas diferentes para a vida, só ainda não percebemos por completo.
Você diz que tudo bem, que isso passa, que são coisas 'normais'. E eu sempre irei dizer que não, pois o meu não é o que irá prevalecer para mim.
Não fomos feitos um para o outro, muito menos para durar. Como tudo na vida, temos um prazo, uma validade e temo que esta já esteja por vir.
Não há mais nada que me motive a continuar, que me faça querer perseguir o que a pouco tempo atras parecia tão certo, tão puro e tão... simples.
A vida que segue, e pessoas que ficam.".
* Coisas achadas abandonas por aí e que, de maneira complexa, se encaixa no estado mundano em que a vida se encontra.
Certos sentimentos deveriam ser proibidos. Tantas incertezas, tantas frustrações. Deveria existir um interruptor onde pudéssemos escolher ligar ou desligar nossos sentimentos, todos eles, sem exceções. Não sentir seria muito melhor, muito mais fácil. A vida não seria tão cheia de decepções. Queria poder fazer isso agora, ou pelo menos, me desligar de quem os trouxe a tona...
A noite segue fria e vazia. De sua cama admira a janela aberta; pergunta-se onde deveria estar, onde gostaria de estar, mas como sempre, nunca acha uma resposta. Fica assim por minutos, talvez por horas. Sua mente vaga por longos caminhos; não consegue encontrar-se em nenhum deles. Se desespera. O que foi agora? Para onde seguir? Nada mais faz sentido e tudo que lhe resta é dormir... ou pelo menos tentar.
"Inconstância, é ao que se resume o presente.
A angustia de não saber o que vai acontecer o desespero de querer ter, a ansiedade de querer ser livre, mas ao mesmo tempo tudo torna-se insignificante, apenas com um sorriso. Ahhh, aquele sorriso que tanto lhe faz bem e lhe deixa contente, mas aí, aí a inconstância ataca novamente e dessa vez ela traz junto um medo. Medo de decepcionar a si, medo de não conseguir o que antes era tão simples. Esse medo não é normal, essa inconstância muito menos.
De altos e baixos, um dia de cada vez e um problema por vez, os dias vão passando, as horas diminuindo. O relógio está cada vez mais acelerado... tic, tac, tic, tac... e junto com ele, acelera o coração; mas não aquela aceleração boa que lhe faz bem e sim aquela estranha, que aperta bem no fundo e que traz consigo aquela sensação forte de que as coisas podem vir a dar muito errado. Mas aí, novamente vem aquele sorriso, e as coisas parecem ser fáceis novamente.".
Eu sempre escutei as pessoas dizendo que na maioria das vezes, dizer a primeira coisa que lhe vem a mente não é a melhor das opções, e isso é verdade! Mas também é verdade, que as vezes dizer é a melhor escolha, afinal, quando dizemos o que nos vem a mente logo de cara, dizemos o que realmente pensamos, o que sentimos.
As vezes eu paro para pensar nisso e penso muito, afinal, tenho o péssimo ou não tão péssimo assim habito de falar o que eu estou pensando, sem ligar se vou falar merda, se é realmente necessário dizer aquilo ou se vou acabar magoando alguém. Confesso que muitas vezes, já quebrei a cara e já fiz merda por agir assim, mas também não posso negar que coisas boas podem acontecer, até porque, eu dificilmente digo algo que eu não acredite ser verdadeiro e sincero (seja algo bom ou ruim).
Ultimamente tenho tentado entender o fato de as pessoas medirem tanto as palavras e as ações! Sei lá o motivo, mas eu não entendo! Talvez seja por essa "mania" que eu tenho de falar a primeira coisa estupida ou não que vem a minha mente e agir impulsivamente, mas é aquilo que eu já disse: se eu fiz ou falei, é porque eu senti aquilo e não vejo a necessidade de apelar para a omissão. Pessoas é que são confusas, criam problemas demais, geram desconfortos demais, transtornos demais e muitas vezes, por omitirem seus pensamentos! Prefiro me arrepender de ter dito algo, do que de não ter dito e ter de conviver com uma incerteza.
Não sei bem o motivo de estar aqui escrevendo isso, só sei que vim e escrevi esse monte de asneiras, mas era o que eu estava precisando agora le impulsividade. Enfim, um dia eu vou conseguir compreender melhor as ações dos seres humanos ou não.
Com um sorriso de menino e um peculiar jeito de conversar, ele chamou sua atenção. Ela não sabia quem ele era, muito menos de onde era. O que sabia é que tinham amigos em comum. Inusitada ou premeditadamente (ela ainda não sabe bem) eles começaram a se falar. Ela começou a se questionar sobre quem ele era; queria cada vez mais conhece-lo melhor. Os dias foram passando e as conversas fluíam maravilhosamente bem, os assuntos eram compatíveis, eles pareciam se conhecer a séculos! Tudo era bom e ela não se sentia tão bem e tão viva ao conversar com alguém como estava sendo com ele, porém, ela sabia que isso era errado, que não era com ele com quem ela deveria sentir-se assim, mas ela simplesmente não podia evitar. Era tudo tão bom, tão puro, tão... simples... (ele lhe fazia bem).
Quando você apareceu na minha vida, eu estava em outro lugar, completamente perdida, sem saber ao certo o que eu queria; fazia as coisas sem pensar, agia somente por impulso. Nisso, você chegou, mas da maneira mais sutil o possível; simplesmente chegou. Se tornou um amigo, conversava comigo sobre tudo, contava histórias; nós ficávamos, nos divertíamos e riamos muito. Naturalmente e sem me dar conta, eu fui me apaixonando por você; você, melhor do que ninguém, sabe que eu não queria, que achava que não iriamos dar certo, eu tentei me afastar, tentei, mas sem sucesso.
Hoje, eu só posso ser grata a você por ter insistido que daríamos certo, por ter me mostrado que eu estava errada; você está sempre presente, mesmo estando longe; você consegue me fazer rir e ficar feliz, mesmo nos piores dias e você sabe, que só de ouvir a sua voz, as coisas mudam completamente de tom para mim! É você, e só você com quem eu quero estar! Eu te amo muito e você sabe disso.
Wow! Acho que dessa vez eu superei todos os meus recordes de ficar sem postar aqui, né? Três meses e nenhum post! Isso agora irá mudar! Com o fim do período da faculdade e com as férias, terei bastante tempo ocioso \o/
Só como meio de atualizar aqui mesmo, eu vou falar aleatoriedades cotidianas (pra variar) xD
A faculdade esse período foi algo extremamente absurdo, acho que nunca estudei tanto na minha vida quanto nesse período e especialmente nesses últimos dias xD E ai, quando eu penso que o 6º período foi tenso eu paro e penso: Porra, o 7º vai ser MUITO pior e por ai vai...
Andei muito tempo sem postar, mas não foi somente pela faculdade não, também me faltava criatividade para vir aqui escrever algo. Toda vez que eu vinha até aqui, nada me ocorria, então acabava não postando nada, mas mudarei isso ^^ (já tenho até algumas idéias para novos posts)
Minhas férias começaram hoje, mas oficialmente começaram amanhã já que tenho que acordar 7h para viajar .-.
Enfim, esse foi mesmo um post só para tirar as teias disso aqui, amanhã farei um post legal =D
Queria escrever outras coisas, mas hoje, a nostalgia de alguns momentos bateu e tudo o que eu queria dizer, simplesmente desapareceu... parei agora e li esse texto do Caio Fernando Abreu e uma parte em especifica dele me pareceu muito propicia para o momento em questão:
"... te escrevi duas vezes: a 1ª saiu uma coisa sincera, mas lamentativa demais, um saco. A segunda saiu "madura e controlada", mas extremamente falsa..."
Eu passei por um momento assim no fim do ano passado e sinceramente, foi algo doloroso, chegou a ser digamos "um pouco devastador", afinal, opniões e conceitos tiveram de ser mudados, coisas que eu acreditei durante muito tempo, de uma hora pra outra, não eram mais verdade, não eram mais possíveis... tudo acabou de repente e eu fiquei ali, parada, sozinha, tentando entender as coisas, tentando achar o caminho de volta. Confesso que achar esse caminho, foi a parte mais dicifil de toda a história, pois afinal, no percurso, as lembranças eram grandes e as saudades eram fortes, mas devo dizer, que por mais que hoje, ainda doa um pouco,eu me sinto aliviada. As coisas foram complexas ao extremo e escrotas ao extremo e até hoje, ainda não entendo muito bem o que aconteceu, só sei que aconteceu e que TUDO mudou e mudou muito e tenho tido sinais, de que as mudanças foram pra melhor...
Mas nesse momento, tudo que eu mais quero é que as coisas continuem mudando e que a dor vá diminuindo, até que no fim, só vão restar meros fragmentos do que passou...
Como sempre, eu fiquei muito tempo sem vir aqui, mas isso faz parte... hehehe... esse video ai embaixo COM CERTEZA vai fazer todos os fãs de Star Wars ficarem com cara de babacas e querendo fazer um igual...
Eu queria muito saber fazer esses efeitos ai; vai dizer que não seria muito legal interpretar uma luta com sabres de luz?? *-*
Tenho que agradecer ao Caio Lopes por ter me passado esse video ai no msn ^^
Ela estava feliz, como há muito não ficava; estava rodeada de amigos, se divertia.
Passou o dia lembrando de momentos inesqueciveis, de coisas vividas, que com o tempo, se acabam, mas ainda assim, continuava feliz.
As horas passaram, o dia correu e algo começou a mudar para ela, já não sentia-se mais tão bem, sentia uma necessidade de sumir, de ficar sozinha, de pensar.
Já era quase um novo dia, quando ela enfim entendeu o que tanto lhe aflingia; ele não estava bem e ela, nada poderia fazer.
Sua visão começou a ficar turva, ela não entendeu o por quê. Parou por um momento e então percebeu que estava fazendo algo que há anos não fazia: ela estava chorando.
(Sei que eu fiquei muito tempo sem postar e que não costumo postar coisas assim... mas hoje, simplesmente, foi necessário...)
" I really wanted to be by your side right now..."
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